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quinta-feira, 6 de junho de 2013

Como ajudar as crianças/adolescentes a estudar


Estudar não vem naturalmente para todos. Pode ter que seja necessário ensinar as crianças e os adolescentes a adquirir  competências de organização e métodos de estudo para que eles sejam capazes de alcançar o sucesso escolar.
 
Estratégias:


1-Saber o material tal como se apresenta. Ensine as crianças a estudar e a compreender a matéria dada nas aulas, a cada dia. Isso vai eliminar a necessidade de estudar muito  na véspera dos testes.

2 - Faça perguntas sobre a matéria escolar e ensine as crianças a interrogarem-se sobre o seu trabalho. Ao tornar o estudo num  jogo, vai ajudar a motivar e em breve ajudará a criar hábitos de estudo.

3 - Ensine a rever a matéria escolar  com frequência. A revisão das aprendizagens tornam-nas mais fáceis de assimilar a cada dia que passa. Se todos os dias, a criança/adolescente escrever notas e  apontar palavras chave  importantes, vai  ser mais fácil quando chegar a hora de estudar para um teste.

4 -  Crie e jogue jogos que são baseados na matéria que eles estão aprendendo. Isto vai fazer com que seja  fácil para eles memorizarem. Eles vão descobrir que quando chega a hora de fazer um teste não vão ter que estudar muito, porque elesvêm estudando o tempo todo sem perceberem.

5 - Encontre jogos de computador que vão ajudar a melhorar a memória das crianças. Isso só pode ser uma ajuda quando chega a hora de estudar e decorar conteúdos para os testes. As duas coisas andam de mãos dadas - memória e estudar.


Fonte: eHow

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Enfeite de borboleta para festa infantil


Este é um artesanato muito fácil de fazer. Pode ser usado como uma pequena lembrança, também pode ser usado na decoração de uma festa de aniversário ou então como uma atividade lúdica na escola ou em casa com seus filhos.
 

Materiais:

  • Cola
  • Cola glitter
  • Tesoura
  • Caneta
  • Folhas de carolina coloridas
  • chupa-chupa (pirulito)
  • Tecido colorido (opcional)
  • Fio de barbante (opcional)
 
   

Passo a passo:

O primeiro que você deve fazer é dividir a sua folha de cartolina em quatro pequenos quadrados. Recorte-os e dobre-os ao meio.
Em seguida, com o lápis ou caneta, desenhe um "B" em um dos lados da folha. Faça o desenho com a letra mais larga em baixo do que em cima, para que tome a forma de uma borboleta.
 
Quando estiver pronto, recorte-o com o papel dobrado e use este desenho como molde para fazer as outras borboletas. Assim que você recortar a folha no formato da borboleta, ainda com o papel dobrado, faça dois pequenos cortes na dobra (deixe mais ou menos 3 cm entre eles). Isso servirá para suporte do chupa-chupa (pirulito).


 
 
Agora é hora de enfeitar! Use a sua criatividade para deixar a borboleta linda e colorida. Pegue as folhas de outras cores e corte pequenos círculos, corações, enfim, use a sua imaginação.
Quando estiver pronto, cole-os sobre a sua borboleta e, com a cola glitter, crie os detalhes e enfeite-a ainda mais.
 


 
 
Se você não deseja enfeitar o chupa-chupa (pirulito) também, seu trabalho estará pronto depois que a cola glitter secar. Mas, se você quer deixar o seu trabalho ainda mais especial, pode fazer uma "capa" para o "chupa".
Para isso, recorte um pedaço pequeno de um tecido colorido, una todas as pontas e faça um pequeno corte na parte oposta a que você uniu.
Em seguida, passe o canudinho do chupa-chupa por esse buraco, una as pontas novamente e ate o tecido com um barbante ou fita mimosa. Você pode substituir o tecido por papel celofane, papel manteiga ou qualquer outro que você imaginar.
 
 


Fonte:Artesanato


segunda-feira, 3 de junho de 2013

A lenda da Sopa da Pedra (Almeirim)

 
 Era uma vez um viajante que andava de país em país, de terra em terra. Um dia quando estava de passagem por uma pequena aldeia reparou que a sua comida tinha acabado, e já estava a ficar com muita fome.

Foi andando de um lado para o outro a pensar numa forma de arranjar comida. Tinha muita vergonha de ir pedir, mas parecia que daquela vez não tinha outra hipótese.

Enquanto ia andando deu um pontapé numa pequena pedra que estava no chão, era uma pedra muito lisa e bonita, foi então que teve uma ideia de conseguir almoçar sem sentir tanta vergonha.

Bateu à porta de uma casa, que parecia ser de um grande agricultor da região.
Quando o dono da casa abriu a porta o viajante disse-lhe:
– Bom dia senhor, eu sou viajante e trago comigo uma pedra mágica capaz de fazer a melhor sopa do mundo, quer provar?

Ao dizer isto retirou do bolso uma pedra muito lisa e redonda. Era parecida com outras que o agricultor conhecia, mas como gostava muito de sopa decidiu aceitar provar a tal melhor sopa do mundo.
O viajante entrou e pediu uma panela grande com água e um pouco de sal, colocaram a panela ao lume e a pedra lá dentro. Quando a água começou a ferver o viajante provou e disse:

– Está quase pronta, mas ficava ainda melhor se lhe pusermos umas batatas.
– Oh homem! Não seja por isso, eu sou um grande agricultor desta região, batatas é coisa que não me falta.
– Obrigado, assim a sopa vai ficar muito melhor.

Passado mais algum tempo voltou a provar.

– Está quase, mas ficava ainda melhor se lhe pusermos umas cenouras

O agricultor lá foi buscar as melhor cenouras que tinha em casa.
Após provar várias vezes o viajante foi pedindo outros vegetais, couve, cebola, feijão, entre outros. Quando a sopa já estava rica em vegetais, o viajante disse:

– Caro amigo, a sopa está a ficar uma delícia.

O agricultor mal podia esperar para provar a sopa, que é uma coisa que ele adora.
O viajante após provar mais uma vez pediu:

– Oh amigo esta sopa ficava ainda melhor se lhe pusermos um pouco de carne de porco, tem ai alguma coisa? Chouriço, por exemplo.
– Mau, mau, já lhe disse que sou agricultor, coisas dessas não faltam cá em casa.

Mais uma vez foram colocando algumas carnes na sopa.
Provou mais uma vez e disse com um grande sorriso:

– Está pronta!!!
– Já não era sem tempo, vamos lá provar essa sopa

O viajante serviu a sopa para os dois.
Depois de a provar, o agricultor exclamou:

– Tinha razão, é mesmo a melhor sopa que já comi até hoje, essa sua pedra é realmente mágica. Não me a quer vender?
– Não está à venda, é muito valiosa para mim, foi-me oferecida por um mago de um país distante.
– Muito bem, obrigado na mesma por me ter deixado provar esta sopa.
– Obrigado eu.

Despediram-se e o viajante continuou a sua viagem por outras terras, utilizou várias vezes a sua pedra mágica e assim conseguiu comer sem ter vergonha de pedir e foi desta forma que a receita da sopa de pedra foi passando de terra em terra e hoje ainda a podemos provar em vários locais, com diferentes receitas.
 
 
 
 
 

 

Aprende a fazer esta receita saborosa que faz parte das 7 maravilhas da gastronomia Portuguesa.



Ingredientes:

•1/2 l de feijão-encarnado
•1 kg de orelha e cabeça de porco
•200 g de entrecosto
•250 g de carne de vaca para cozer
•100 g de toucinho entremeado
•1 chouriço
•1 morcela
•1 couve-lombarda
•400 g de batatas
•2 cenouras
•2 cebolas
•2 dentes de alho
•sal q.b.
•1 farinheira
•hortelã e coentros q.b. (facultativo)

Confeção:

De véspera raspam-se e limpam-se bem a orelha e cabeça de porco, salgam-se juntamente com o entrecosto e põe-se o feijão de molho. No dia seguinte lavam-se as carnes e os enchidos e põem-se a cozer em água e sal. Separadamente, põe-se também o feijão a cozer em água. À medida que forem cozendo, vai-se retirando as carnes sucessivamente, para não se espapaçarem, visto que a carne de porco coze muito mais depressa que a de vaca, o mesmo acontecendo com a morcela em relação ao chouriço. Logo que se retirarem todas as carnes, juntam-se cortadas em pedaços, a couve, as cenouras, a cebola, os alhos picados, e algum tempo depois as batatas também em pedaços. Entretanto, escorre-se o feijão, do qual se retiram duas conchas que se passam no passe-vite. Quando os legumes estiverem cozidos juntam-se-lhe os feijões inteiros e os passados. Deixa-se ferver tudo para apurar e retifica-se de sal. Cortam-se as carnes de porco e de vaca em bocados, os enchidos em rodelas e o toucinho em fatias. Deitam-se as carnes na panela e, logo que levantar fervura, adicionam-se os enchidos e o toucinho, servindo-se imediatamente. Empregando a farinheira deve pôr-se a cozer juntamente com as carnes, tendo em conta que o seu tempo de cozedura é muito rápido. Temperando com coentros, devem deitar-se ao mesmo tempo que os legumes. Se for o caso de se empregar hortelã, basta juntar um ramo ao mesmo tempo que os enchidos. Por gracinha põe-se em cada prato uma pedra redonda, tipo seixo rolado do rio, mas previamente bem lavada.
 
 Receita retirada do ROTEIRO GASTRONÓMICO DE PORTUGAL
 
 
Atividades relacionadas com o tema


 
 
 
 

Como ensinar matemática para crianças com necessidades educativas especiais

 
 Ensinar a alunos de educação especial tem desafios únicos. No entanto, é importante ensinar habilidades matemáticas a estes alunos por muitos dos mesmos motivos porque é importante que outros alunos recebam tais instruções. Estudar matemática aumenta a habilidade cognitiva e ajuda com habilidades básicas da vida, como fazer transações quotidianas enquanto consumidor.
 

Estratégias

 
1 - Formule uma série de objetivos para a aula de matemática adaptados às necessidades, habilidades e limitações específicas dos alunos.
 
 2 - Introduza operações simples de matemática como aritmética. Comece explicando a importância de aprender habilidades básicas de matemática para a vida e para o trabalho.   
        
3 - Use jogos e exercícios divertidos para ensinar lições de matemática. Por exemplo, é possível passar sacos plásticos com moedas de valores diferentes e pedir que seus alunos somem os números dos valores das moedas para igualar à data. Essa atividade tem benefícios múltiplos, pois treina o domínio do calendário, a habilidade de lidar com dinheiro e a aritmética.     
      
4 - Jogue bingo com seus alunos. Bingo é um jogo simples cujas regras são de fácil compreensão e que ensina o reconhecimento de números e treina a atenção.      
     
5 - Incorpore jogos simples envolvendo cartas e números. Os jogos são uma forma de ensinar matemática a alunos com dificuldades.          
 
6 - Simule situações da vida real nas quais os estudantes compram algo em uma loja. Treine a soma de preços e a descoberta de como calcular o troco que deve ser recebido.
 
 
Nota: Os pais também podem utilizar em casa algumas destas estratégias para ajudar a melhorar as competências matemáticas de seus filhos.
 


    Fonte : eHow Brasil

sábado, 1 de junho de 2013

A Bela e a Cobra (Conto Tradicional Português).



Era uma vez um rei que tinha três filhas, uma das quais era muito formosa e ao mesmo tempo dotada de boas qualidades. Chamava-se Bela. O rei tinha sido muito rico, mas, por causa de um naufrágio, ficou completamente pobre.

Um dia foi fazer uma viagem; antes porém perguntou às filhas o que queriam que ele lhes trouxesse.
 
– Eu, disse a mais velha, quero um vestido e um chapéu de seda.

– Eu, disse a do meio, quero um guarda-sol de cetim.

– E tu que queres? – perguntou ele à mais nova.

– Uma rosa tão linda como eu, respondeu ela.

– Pois sim, disse ele.

E partiu.

Passado algum tempo trouxe as prendas de suas filhas, disse à mais nova:

– Pega lá esta linda rosa. Bem cara me ficou ela!

Bela ficou muito preocupada e perguntou ao pai por que é que lhe tinha dito aquilo. Ele, a princípio, não lho queria dizer, mas ela tantas instâncias fez, que ele lhe respondeu que no jardim onde tinha colhido aquela rosa encontrou uma cobra, que lhe perguntou para quem ela era; que ele lhe respondeu que era para a sua filha mais nova e ela lhe disse que lha havia de levar, se não que era morto. Depois disse ela:

– Meu pai, não tenha pena, que eu vou.

Assim foi. logo que ela entrou naquele palácio, ficou admirada de ver tudo tão asseado, mas ia com muito medo. O pai esteve lá um pouco de tempo e depois foi-se embora. Bela, quando ficou só, foi a uma sala e viu a cobra. Ia-se a deitar quando começaram a ajudarem-na a despir. Estava ela na cama quando sentiu uma coisa fria; deu um grito e disse-lhe uma voz: – Não tenhas medo.

Em seguida foi ver o que era e apareceu-lhe uma cobra. Ela, a princípio, assustou-se, mas depois começou a afagá-la. Ao outro dia de manhã apareceu-lhe a mesa posta com o almoço. Ao jantar viu pôr a mesa, mas não viu ninguém; a noite foi-se deitar e encontrou a mesma cobra. Assim viveu durante muito tempo, até que um dia foi visitar o pai; mas quando ia a sair ouviu uma voz que lhe disse:

– Não te demores acima de três dias, senão morrerás.

Ia a continuar o seu caminho e já se esquecia do que a voz lhe tinha dito. Chegou a casa do pai. Iam a passar três dias quando se lembrou que tinha de tornar; despediu-se de toda a sua família e partiu a galope; chegou lá à noite, foi-se deitar, como tinha de costume, mas já não sentiu o tal bichinho. Cheia de tristeza, levantou-se pela manhã muito cedo, foi procurá-lo no jardim e qual não foi a sua admiração vendo-o no fundo dum poço! Ela começou a afagá-lo chorando; mas, quando chorava, caiu-lhe uma lágrima no peito da cobra; assim que a lágrima lhe caiu a cobra transformou-se num príncipe, que ao mesmo tempo lhe disse:

– Só tu, minha donzela, me podias salvar! Estou aqui há uns poucos de anos e, se tu não chorasses sobre o meu peito, ainda aqui estaria cem anos mais.

O príncipe gostou tanto dela que casou com ela e lá viveram durante muitos anos.
 
 
 

 

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